
E lá vamos nós para mais um daqueles dias “disso” ou “daquilo”, que não conhecíamos, mas que brotam do calendário com a maior certeza.
É dia do beijo, dia do abraço, dia do irmão, dia nacional do homem (15 de julho).
Há dias que eu aplaudo. Sem trocadilhos. Entendo que são mesmo necessários, que devem estar marcados nos calendários como forma de lembrar a importância do que se comemora.
Dou como exemplo o dia 13 de novembro. Adivinhem de que é? Dia Mundial da Gentileza!
Sim, e gentileza precisa ser comemorada, lembrada e, sobretudo, praticada.
O bordão “gentileza gera gentileza” precisa ser real. Devia mesmo circular entre as pessoas. Podia “pegar”, como se pega um resfriado: bastava passar perto, estar no mesmo ambiente.
Exagerei? Pode ser…
Retrocedo. Serei gentil com minhas ideias.
De todo modo, penso que devíamos contabilizar, anotar, conferir as demonstrações gentis. E copiar, imitar, fazer igual, introjetar, tornar um hábito.
O mundo ficaria bem mais ameno. A hostilidade seria a exceção. E, quem sabe, o “dane-se” entraria em extinção.
Então, senhores, vamos proclamar mais o que agrada ao espírito, o que nos dignifica como seres humanos e nos coloca na dimensão de pessoas afáveis e cordiais.
Tenho certeza de que essa prática tem o poder de desarmar muitos gatilhos…
Ah, em tempo: hoje, 20 de julho, é o Dia do Amigo.
Sendo assim, caro leitor, vamos nos cumprimentar: Feliz Dia do Amigo!
Maria Elza
