
1-Tenho um grupo de amigas. Poucas são mais idosas que eu. Abaixo da minha idade, a maioria. Jovens? Algumas…
Nós brincamos de regras. As mais novas devem cuidar das mais velhas…Nosso grupo é aberto a novas
pessoas que vão chegando; namorados (as) dos filhos, netos, noras, genros, a gente vai agregando…tem espaço para todo mundo.
As regras são fictícias e criadas na ocasião necessária, tipo: ahh, foram só duas de nós ao shopping? Regra: não fique enciumado se foram só elas duas, o que alegra uma amiga deve alegrar todas!
Seu marido tá um chato? Regra: nós aturamos numa boa, essa mala sem alça é só sua, mas o grupo é amigo do casal! Outra: três reuniões e a amiga não apareceu? Multa nela: A próxima reunião será em sua casa!
E assim por diante. Brincadeiras à parte, vamos nos animando, nos falando, e levando a vida.
Isso é importante? Para mim é. Sinto necessidade de pertencimento. Nao são afinidades religiosas, financeiras, corporativas… São afinidades de trajetória, de vida mesmo.
E você? Qual a sua tribo? Pense nisso!
2- Ainda sobre os grupos.
Existe também o grupo de watss da Família.
Filhos, genros e netos. Não é um desses grupos de bom dia, boa noite e repasse dessas frases motivacionais ou posts prontos que existem aos montes por aí!
Nosso grupo familiar é interativo. Ocasionalmente eu faço chamada, tipo escola mesmo: lista de chamada: – cada um diz onde está!
Uma diz : plantão ! Outro: em casa, outro: faculdade e assim por diante
Outra brincadeira boa do nosso grupo familiar são as charadas, pegadinhas, e jogos de adivinhação.
As crianças gostam, o assunto mobiliza , abre discussões, quem responde tem que explicar o porquê e assim vai.
Penso que essas pequenas ações nos tornam próximos um dos outros e todos unidos! E você? Como é o seu grupo familiar? Se vc tem alguma experiência boa, me conte!
3- Conversas Reais ou Virtuais
Interessante como as redes virtuais não nos deixam cair na rotina. A comunicação é instantânea, os assuntos são variados, as opiniões são dadas sem nenhum constrangimento. No entanto , o colóquio, a conversa, o olhar nos olhos, o cuidado ao falar, vai ficando mais escasso.
Maria Elza
